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3.12.16
6.9.15
Dimanche | A saudade é um batimento que rebenta assim | vinte e oito vezes desde meu ombro tatuado | de desastre até à rosa pendurada em sua boca | E o amor, neste caso específico, é um mergulho | destemido que deriva quase sempre de uma nota | climática apenas para convergir no osso frontal | do crânio do rei da ilusão – terno é o seu rosto | Senhor, os ossinhos do mundo são de mel e ouro.
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