12.11.18
29.10.18
UNIVERSIDAD DE LOS ANDES | SITE SPECIFIC ANA VIDIGAL | até 10 de Novembro 2018
23.10.18
21.10.18
Bogotá Clipping
Ana Vidigal cria mural e dá conferências na Feira de Arte Contemporânea de Bogotá
A artista plástica portuguesa Ana Vidigal vai proferir duas conferências na 14.ª edição da Feira Internacional de Arte Contemporânea de Bogotá -- ARTBo, que decorre a partir de quinta-feira, na capital da Colômbia.
De acordo com a organização, as conferências vão decorrer no âmbito do programa paralelo da feira, na Fundação Flora Ars+Natura e na Universidade dos Andes, para a qual a artista foi convidada a executar um mural.
Fundada em 2004, e organizada anualmente pela Câmara de Comércio de Bogotá, a ARTBo tem vindo a afirmar-se como um centro de intercâmbio e promoção da cena artística colombiana.
Ana Vidigal, que em 2014 teve trabalhos seus expostos na ArtBo, apresenta-se pela primeira vez para fazer conferências, e instalará na Universidade dos Andes a obra "Très vite dans ma vie il a été trop tard #2".
Esta obra foi criada originalmente para a exposição "O que pode a Arte", realizada este ano no Atelier-Museu Júlio Pomar, em Lisboa, tendo como ponto de partida os 50 anos do Maio de 68, e uma série de obras de Júlio Pomar feitas nessa mesma época.
Como Ana Vidigal não viveu o Maio de 68 e não podendo, por isso, usar a sua experiência pessoal para a reflexão, resolveu pegar num elemento formal que, na época, teve grande impacto: o cartaz político.
O cartaz político foi, na época, fundamental como forma de expressão e protesto, e muitos foram feitos por artistas, com frases que ainda hoje lembram a época.
"Tendo consciência de que o Maio de 68 não foi um único movimento (sendo o estudantil o mais mediático), mas sim o resultado de uma profunda crise económica e de direitos, peguei num livro de propaganda, chinês, original e escrito em francês (porém feito na China), que era usado para propaganda e [para] arregimentar, desde muito novas, as crianças para a revolução chinesa", explica a artista num texto sobre o trabalho.
Ainda segundo a artista, o seu trabalho "é, pois, também uma crítica a essa mesma propaganda, de uma utopia que hoje em dia se sabe não ter funcionado".
"Alienei a escala do livro infantil, ficando cada página com a dimensão de cartaz. Ao colá-los uns por cima dos outros, relembro também a imagem formal de paredes portuguesas depois da revolução de 74, onde partidos políticos ainda defendiam utopias que se sabia serem uma fraude", considera.
Através dos seus trabalhos em colagem, pintura, montagem e instalação, Ana Vidigal, nascida em Lisboa, em 1960, fala sobre o tempo e sobre a memória.
29.9.18
1.9.18
MEMÓRIAS FAMILIARES E MEMÓRIAS PÚBLICAS: CAMPOS DE BATALHA, por Roberto Vecchi
8.8.18
Exposição 289 Projecto Pedro Cabrita Reis | Clipping
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Challenged to occupy the space Solar das Pontes de Marchil in Faro, Algarve, Pedro Cabrita Reis invited his friends and told them to bring some more. The gathering of all this artists, although unpretentious, promises some surprises.
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6.7.18
ARTE SANTANDER 2018 | Galeria Espacio Minimo | Ana Vidigal | Solo Project
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| ANA VIDIGAL
Pandora 2014 Técnica Mixta / Collage 222 x 300 x 33 CM ANA VIDIGAL con el proyecto Memoria
ANA VIDIGAL (Lisboa, 1960) habla, a través de sus obras en collage, pintura, ensamblaje e instalación, acerca del tiempo, de la memoria. Los utiliza como procesos de descontextualización y reconfiguración de imágenes retiradas de diversas fuentes, explorando los valores sociales, políticos, e incluso de memorias que ellos transportan.
El proyecto para ARTE SANTANDER 2018 estará compuesto por una selección de obras que abordan éstas ideas.
La instalación Pandora (2014) es una pieza confeccionada a través de revistas rescatadas Art Forum de los años 80, que la envuelve por completo, dejando, a modo de homenaje, visible el nombre de algunos artistas contemporáneos. Estas obras que se hacen de “retazos”, son fragmentos de cuadernos, revistas, y documentación recogidas por la artista durante años, pedazos que cataloga, que arregla en cajas con frases informativas escritas en la tapa que alertan de su interior, y que pueden o no ser abiertas en un futuro próximo. La elección es sólo de cada uno. La elección puede ser la de cambiar el interior de alguna de esas cajas a otras cajas, partes integrantes de un extenso archivo vertical con paredes hechas de revistas de arte.
Del mismo modo, las pequeñas obras de la serie Mentirillas (2016), utilizan imágenes y textos encontrados, casi como objetos olvidados que modifica y recrea destapando únicamente aquellas partes que más la interesan, y creando una historia nueva a través de ellos. Una vez más, leer lo que está escrito en cada uno de ellos es importante. Hay un juego irónico entre la parte formal y la leyenda. Siempre es un juego… entre lo que nos cuenta la historia, lo que la artista dice y lo que vendrá a contar el espectador sobre lo que vio.
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9.6.18
PARA TROCAR COM OS MENINOS
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| NÃO HÁ BELA SEM SENÃO, MAS ESTE É PARA O FERNÂO 2018 Troca com Fernão Cruz |
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| COMO SE NÃO HOUVESSE AMANHÃ 2018 Troca com o Francisco Mendes Moreira |
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| "Chapéus há muitos, capacetes nem por isso" 2018
para trocar com o Tiago Alexandre
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| UAUU !! É UM GALGO? 2018 para trocar com o Horácio Frutuoso |
25.5.18
BeAdvisors AD Collectors | Guide ARCOlisboa 2018 | Top 10 artists
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18.5.18
GALERIA ESPACIO MINIMO, ARCO LISBOA 2018
O QUE PODE A ARTE - 50 anos do Maio de 68 | ATELIER MUSEU JÚLIO POMAR
5.5.18
MEMOIRS: FILHOS DO IMPÉRIO E PÓS MEMÓRIAS EUROPEIAS
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