6.12.08

Serie Maputo (acervo)


«A extrema agilidade da melancolia»
2008, téc. mista s/tela,100 X 81 cm





«Desatinos lentos»
2008, téc. mista s/tela, 100 X 81 cm




«O meu tesourinho tonto»
2008, téc.mista s/tela, 100 x 81 cm




«Dou-me conta, não me iludo»
2008, téc. mista s/ tela, 100 x 81 cm






«lembro-me de ti no dia a dia que te esquece»
2008, téc. mista s/ tela, 100 x 81 cm




«Não há mais sublime sedução do que saber esperar alguém»
2008, téc.mista s/tela, 100 x 81 cm




«Sinto-me como um cão. renitente»
2008, téc. mista s/ tela, 81 x 100 cm





«Ficar na dureza, firme»
2008, téc. mista s/ tela, 100 x 81 cm





«Vi alguém passar disse ela, e baixou os olhos»
2008, téc. mista s/ tela, 100 x 81 cm



«Interiormente, o segredo trazia uma grande claridade»
2008, téc. mista s/tela. 81 x 100 cm

18.2.08

AR.CO'08 - Madrid

Fevereiro 2008


Galeria Moriarty

Ana Vidigal
O treino da generosidade
2008
165x110cm
Pintura sobre impressão de jacto de tinta em papel Hahnemuhle Photorag Prightwhite 310 g

19.12.07

«Querido mudei a casa»



Trienal Arquitectura Lisboa
vazios urbanos, urban voids
(Querido mudei a casa...)
Cordoaria Nacional, Exposição Promotores, Polo II - Junho 07

5.12.07

Domingo à Tarde

voyeur project viewAgosto 07




















http://www.voyeurprojectview.org/anavidigaldomingoatarde.htm.com/guide/country=PT&place=regional:Lisbon#Lisbon

VOID | (A ausência do pai durante o período da guerra colonial portuguesa) | Instalação Reprodução fiel do quarto de Ana Vidigal com janela para caixa de luz do quarto do pai em Bula (ex Guiné Portuguesa) e 30 babetes serigrafados com fotografias originais de época tiradas pelo pai de AV - I

ArteLisboa 07 - Novembro 07
VOID
Poder-se-à reconstruir a ausência? Pego na fotografia. Nem preciso de a virar para saber que foi tirada no verão. Mas o movimento é quase instintivo. A letra da minha mãe no canto superior esquerdo confirma. Julho de 1967. Volto-a novamente. Estou de joelhos. “É do tempo da guerra”. É sempre isso que penso das imagens dos anos de 67 a 69. Estou no meu quarto. A fotografia estava dentro de uma carta enviada para Capitão Miliciano Egas Vidigal Vieira, S.P.M 4258. Do remetente consta o nome da minha mãe, a morada inclui no fim a palavra Metrópole.
Ana Vidigal




As paredes do quarto tem uma cor fortíssima. Reconheço na mesa-de-cabeceira as nossas fotografias. A minha está tapada pela da minha avó. Estranhamente não vejo nenhuma da minha mãe. Debaixo da cama uma caixa pequena e rectangular. Tem uma tampa com bolas. Ao lado, uma caixa de bolachas em folha, da marca Elba. Tenho hoje comigo essas caixas. Dentro delas dezenas de cartas e desenhos enviados por nós para a Guiné. É o que resta desse tempo, desse quarto, da “nossa” guerra colonial. Penso nisso hoje, deitada em cima da minha cama. Olho para o tecto. Com estranheza constato que tem a cor daquelas paredes da Guiné
Ana Vidigal

VOID | (A ausência do pai durante o período da guerra colonial portuguesa) | Instalação Reprodução fiel do quarto de Ana Vidigal com janela para caixa de luz do quarto do pai em Bula (ex Guiné Portuguesa) e 30 babetes serigrafados com fotografias originais de época tiradas pelo pai de AV - II
















VOID | (A ausência do pai durante o período da guerra colonial portuguesa) | Instalação Reprodução fiel do quarto de Ana Vidigal com janela para caixa de luz do quarto do pai em Bula (ex Guiné Portuguesa) e 30 babetes serigrafados com fotografias originais de época tiradas pelo pai de AV - III