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1.3.15
13.12.14
22.10.14
21.10.14
17.10.14
10.10.14
"Há pequenas impressões finas como um cabelo e que, uma vez desfeitas na nossa mente, não sabemos aonde elas nos podem levar. Hibernam, por assim dizer, nalgum circuito da memória e um dia saltam para fora, como se acabassem de ser recebidos. Só que, por efeito desse período de gestação profunda, alimentada ao calor do sangue e das aquisições da experiência temperada de cálcio e de ferro e de nitratos, elas aparecem já no estado adulto e prontas a procriar. Porque as memórias procriam como se fossem pessoas vivas. "
5.10.14
Dimanche I "Gratidão é um sentimento de reconhecimento, uma emoção por saber que uma pessoa fez uma boa acção, um auxílio, em favor de outra. Gratidão é uma espécie de dívida, é querer agradecer a outra pessoa por ter feito algo muito benéfico para nós."
4.10.14
3.10.14
2.10.14
1.10.14
30.9.14
29.9.14
Amanhã | começa a montagem da Sala Do Veado
22.9.14
Où va-t'- on? Tudo isto são restos. Restos de momentos que ninguém quis , porque não gostaram de se ver, restos do primeiro filme em que me lembro de ter chorado. Restos de frases que roubei, de textos que me deram, de coisas que li e nunca esqueci. São coisas assim aos cacos mas todas juntas. E é tudo uma contradição. Enquanto luto pelo esquecimento da imagem capturada, procuro uma nova que só existe provocada pela sensação da que está por baixo. Mas acho que isto é o normal para quem quer mostrar o seu passado, tapando-o. No fundo no fundo andamos sempre a jogar às escondidas.
21.9.14
19.9.14
"Estavam alinhadas, dobradas, vincadas. Quietas sobre uma mesa. Cheguei tarde nesse dia, com a consciência que a consciência me tinha feito perder o momento. Como aqueles trapos, o coração estava dobrado, vincado. Selvaticamente desalinhado. Era tarde e adormeci vestida”
15.9.14
14.9.14
7.9.14
"A arte de perder | A arte de perder não é nenhum mistério; Tantas coisas contêm em si o acidente De perdê-las, que perder não é nada sério. Perca um pouquinho a cada dia. Aceite, austero, A chave perdida, a hora gasta bestamente. A arte de perder não é nenhum mistério. Depois perca mais rápido, com mais critério: Lugares, nomes, a escala subseqüente Da viagem não feita. Nada disso é sério. Perdi o relógio de mamãe. Ah! E nem quero Lembrar a perda de três casas excelentes. A arte de perder não é nenhum mistério. Perdi duas cidades lindas. E um império Que era meu, dois rios, e mais um continente. Tenho saudade deles. Mas não é nada sério. – Mesmo perder você (a voz, o riso etéreo que eu amo) não muda nada. Pois é evidente que a arte de perder não chega a ser mistério por muito que pareça (Escreve!) muito sério"
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